Em A Menina e a Toga: uma história de começos, meios e começos, as trajetórias de Flávia Martins de Carvalho, juíza, e Micaela Prado, uma jovem marcada por situações de vulnerabilidade, se entrelaçam em uma narrativa profundamente humana sobre encontros capazes de transformar vidas.
Entre o relato e o testemunho, a obra provoca uma reflexão urgente sobre desigualdade sociais, raciais e de gênero, bem como sobre os desafios enfrentados por crianças e adolescentes que transitam pelas instituições de acolhimento.
Mais do que narrar um encontro, a obra dá forma à jurisvivência, conceito desenvolvido por Flávia em consonância com o pensamento de Conceição Evaristo e que evidencia como as experiências de mulheres negras moldam seus modos de compreender, interpretar e praticar o Direito.